Anunciada em outubro deste ano, a “morte” do Vine deve representar o fim de sua comunidade dedicada, mas alguns de seus recursos continuarão a existir. A partir de janeiro de 2017, o aplicativo (que pertence ao Twitter) deve passar a ser conhecido como Vine Camera, trabalhando de forma ligeiramente diferente da atual.

Os usuários do software ainda vão poder gravar vídeos de seis segundos que são reproduzidos em loop, mas não terão mais um espaço dedicado para publicá-los. A partir da mudança, você terá a opção de salvar seu trabalho na memória de seu smartphone — ou tablet —, também podendo publicá-lo diretamente no Twitter.

A ideia geral da companhia é que o recurso de captura de vídeos continue a existir, sem que isso incorra na necessidade de dedicar muitos profissionais para sua manutenção ou no investimento em melhorias. A estratégia é semelhante àquela empregada no Periscope, que está sendo incorporada aos poucos pela rede social na forma de transmissões ao vivo realizadas diretamente por ela.

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