Uma pesquisa, divulgada nesta semana pela NPD Group, revelou que 82% dos brasileiros entre 13 e 59 anos jogam títulos em alguma plataforma, seja mobile, PC ou console. E não pense que são poucos os quarentões e cinquentões que se encaixam nas estatísticas: de acordo com os dados do Brazil Gaming 2015 Report, 65% dos brasucas de 45 a 59 anos estão na ativa.

“O Brasil é claramente um emergente na indústria de games e tem potencial para crescer muito mais nesse meio”, afirma Liam Callahan, analista do NPD Group, que completa dizendo que o país é uma parte essencial do mercado.

Metade do grupo de 13 a 59 anos dispõe dos três dispositivos mais usados para jogar: PCs, consoles e aparelhos mobile. Entretanto, no geral, quando perguntado qual é a principal plataforma usada, os consoles saem na frente e o PC fica em segundo colocado, seguido por smartphones, tablets e portáteis dedicados.

Não existe idade para ser gamer

Não fique achando que é só a molecada que aproveita. O relatório mostra que 65% dos brasileiros entre 45 e 59 anos estão ativos na jogatina. Portanto, na próxima vez que seu amigo chegar em você dizendo que a avó dele tem Facebook, pode retrucar dizendo que a sua zerou Dragon Age: Inquisistion que não vai parecer estranho.

O tempo médio de jogo dos nossos gamers é de 15 horas por semana, sendo que os adolescentes são mais assíduos, ficam na frente das plataformas 19 horas no mesmo período. Ok, vamos dar um exemplo mais “palpável”: algumas obras, como The Witcher 3 e Metal Gear Solid V, podem oferecer mais de 100 horas de aventuras. Sendo assim, o brasileiro comum leva seis semanas para fechar completamente títulos como esses — mas, sejamos sinceros, sempre conhecemos um doido que zerou em uns três ou quatro dias.

Compras

Outro dado importante da pesquisa mostra que estamos comprando mais jogos e produtos por canais oficiais — é claro que ainda tem quem prefira usar alternativas, como importar de outros países. O relatório afirma que 62% de todas as compras são feitas em lojas credenciadas ou pelos sites das fabricantes.  

Todas essas informações citadas no Brazil Gaming 2015 Report mostram que o nosso país é um dos maiores destaques da indústria de games. O que mais queremos é que o governo consiga ver o potencial desse mercado e pare de cobrar impostos absurdos em cima desses materiais para que, finalmente, os jogadores brasileiros possam desfrutar de um bom título com um preço justo.

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