Você gosta dos efeitos visuais de iluminação, reflexos e tudo mais em seus jogos? Então agradeça ao "ray tracing", um algoritmo de computação gráfica usado no processamento de imagens em três dimensões.

Ele funciona quase como os raios de luz de verdade, mas ao contrário. Normalmente a luz vem de uma fonte e percorre um certo espaço até atingir algo e refletir o objeto de acordo com suas características. No ray tracing, quem está observando se torna a fonte de luz, para que somente a luz visível seja processada. Ou seja, o ray tracing projeta um raio de luz que sai de quem está observando e deve atingir todas os objetos da imagem, determinando o que está mais próximo e o que está mais longe dele.

Assim, quando o raio atingir um objeto em seu caminho, ele irá verificar que aquele é realmente o ponto mais próximo do observador e assim irá determinar qual a cor. Para isso, a iluminação é calculada em relação também às outras fontes de luz, que podem ser originárias de reflexos de outros objetos, por exemplo. Esses são os chamados raios de luz secundários, que incluem: os raios de reflexão (criam os reflexos dos objetos nos outros), os raios de refração (dão “vida” à luz, criando a passagem da luz de um lugar para outro) e os raios de sombra.

Isso tudo ajuda para que a imagem fique muito mais realista. Como várias outras técnicas utilizadas em computação gráfica de games, essa também é muito usada no cinema e na TV, em efeitos especiais.

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