Um dos games mais esperados atualmente por quem tem um Xbox One, Quantum Break ressurgiu de maneira gloriosa na Gamescom 2015 após um ano sem grandes notícias. Além de conferir o novo trailer, pude ver uma apresentação fechada à imprensa que foi conduzida por ninguém menos que Sam Lake, diretor do jogo e uma das principais figuras da Remedy Entertainment.

Além do que foi visto publicamente, Lake mostrou um pouco mais da jogabilidade do título, que abusa de poderes inspirados na manipulação temporal. Entre as habilidades que o herói possui estão as capacidades de congelar inimigos, acelerar o tempo de forma a se mover mais rápido e uma série de golpes físicos com poder devastador.

No entanto, o aspecto que mais surpreendeu na curta apresentação é o quanto Quantum Break está visualmente atraente. Bastante fidedignos, os personagens se comportam de maneira natural, e os ambientes são enriquecidos com um sistema de iluminação realista e com uma série de efeitos de partículas impressionantes – e  nem estávamos vendo a versão finalizada do título.

As mecânicas de manipulação temporal também surgem de forma visualmente impressionante, afetando tanto os personagens quanto os ambientes. Na parte a que assisti, um navio atingido por uma anomalia estava em um eterno loop em que era destruído e reconstruído. Para prosseguir, o protagonista tinha que calcular bem sua rota e o momento mais oportuno para passar por determinada passagem.

Série e game em um só pacote

Sam Lake também esclareceu como funciona a dinâmica entre Quantum Break e a série com atores reais que vai acompanhar seu lançamento. Segundo ele, enquanto game nos mostra a perspectiva do herói da história, a série vai nos guiar pelo caminho do vilão, apresentando certas cenas sob um ponto de vista invertido – para entender toda a complexidade da trama, é indispensável consumir as duas mídias.

Segundo o diretor, cada ato do game é entrecortado por um episódio da série, cujos acontecimentos variam conforme as decisões que você faz. Embora não tenha especificado qual a duração desses atos, tampouco tenha ido ao fundo quanto ao impacto final de casa escolha do jogador, ele mostrou que certas cenas têm pelo menos dois desfechos dependendo do que você faz.

As poucas cenas da série exibidas durante a demonstração apresentam um material que parece ser bem interessante para os fãs da ficção científica. Nesse sentido, também ajuda o fato de a Microsoft e a Remedy terem escolhido atores talentosos, muitos dos quais você provavelmente vai reconhecer de séries como Game of Thrones e Fringe.

Abril poderia chegar um pouco mais cedo

Apesar de não ter podido jogar Quantum Break, a apresentação foi mais do que suficiente para me deixar realmente empolgado com o jogo. O combate parece envolvente, a trama interessante e as mecânicas de manipulação temporal aparentam funcionar muito bem – tudo isso envolto em um pacote visualmente impressionante.

Infelizmente, ainda vai ser preciso esperar pelo menos mais seis meses para que a versão final do título chegue às lojas. Até lá, vou continuar esperando ansiosamente todas as notícias sobre este jogo que, em minha opinião, foi o melhor título que tive a oportunidade de conferir durante a Gamescom deste ano.

O Baixaki Jogos viajou à Gamescom 2015 a convite da Activision Blizzard.

Via Baixaki Jogos.

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