Não é exatamente novidade que os jogos digitais superam as mídias físicas em matéria de vendas, algo que se reflete na quantidade de serviços virtuais, cada vez mais onipresentes em nossas vidas, e na robustez dos sistemas adotados, que contribuem para uma experiência de compra bastante agradável. Novas estimativas da consultoria em marketing PwC indicam exatamente esse cenário: os discos vão, pouco a pouco, perdendo fôlego.

De acordo com o levantamento da agência, as mídias físicas de PC, PS4 e Xbox One terão uma queda substancial em vendas até 2020: US$ 18 bilhões a menos. Enquanto isso, o número de jogos comercializados pelos serviços online de cada plataforma (Steam, PSN e Xbox Live, respectivamente) só aumenta: o salto esperado é de 57% no mesmo período, ou US$ 13 bilhões.

Apps contribuem para queda dos físicos

O costume cada vez mais latente que todos nós temos de utilizar apps para realizar as mais diversas tarefas – inclusive compras – também alavanca esse cenário favorável às vendas digitais. Muitos jogadores têm acesso a produtos por meio dos aplicativos, incluindo itens para serem utilizados dentro dos jogos. Além disso, a interface amigável é outro fator de suma importância para a consolidação desse modelo de vendas.

Vendas pelo celular são uma mão na roda para muita gente

“Assim como nos PCs, grande parte disso ocorrerá pelo acesso a mais títulos free-to-play, alguns dos quais relacionados a eSports”, afirmou a PwC.

O que podemos refletir sobre isso? É só parar e observar os seus próprios hábitos: você prefere adquirir os jogos no famoso “Day-One” (dia do lançamento, à meia-noite), às vezes pagando mais barato, ou prefere esperar, pagar um pouco mais caro e ter aquele item na sua prateleira? O que podemos avaliar é que as mídias físicas sempre devem existir – até porque geram empregos –, mas há a necessidade de reinvenção desse mercado.

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