Na época em que jogos em duas dimensões eram o máximo de que o hardware de um usuário padrão era capaz de exibir, todas as cenas de todos os jogos precisavam ser compostas através de diversas imagens bidimensionais posicionadas de tal modo que representavam o posicionamento específico de cada um dos elementos que compunham as cenas.

Conforme o tempo passou e as tecnologias disponíveis para produtores de jogos e jogadores foram avançando, as cenas começaram a ser representadas de maneiras mais avançadas, misturando, por exemplo, modelos tridimensionais complexos e imagens bidimensionais que eram aplicadas sobre objetos em três dimensões, ou que representavam elementos que dispensavam uma terceira dimensão.

Estes sprites, quando exibidos em sequência, fazem o Mario andar.Estes objetos exibidos em duas dimensões, que geralmente compõem elementos de fundo ou são sobrepostos em modelos tridimensionais, são chamados sprites. Sua principal função atualmente é economizar recursos ao tornar desnecessária a representação de objetos utilizando objetos complexos em três dimensões, porém também continua sendo essencial para a produção de jogos bidimensionais.

Uma animação de um jogo em duas dimensões, por exemplo, é representada por uma seqüência de sprites sendo exibidos em sucessão. Uma caminhada pode ser representada através de uma alternância entre um sprite, que exibe o personagem pisando com o pé direito, seguido por outro sprite no qual o mesmo personagem esteja pisando com o pé esquerdo, dando uma sensação de que ele está caminhando.

Uma outra utilidade menos óbvia, mas que pode ser muito interessante para alguns, é a de representar personagens bidimensionais em animações em flash ou webcomics, por exemplo. Existem maneiras de se retirar um conjunto de sprites de um determinado jogo, ou produzir seus próprios, e isso pode facilitar a produção de uma história animada que referencia ou parodia um game clássico da era dos jogos de duas dimensões.

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