(Fonte da imagem: Reprodução/Diana Barshaw)

Cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, nos deixaram mais próximos de bichos como lulas, peixes paulistinhas (zebrafish) e camaleões. Ao criar um modelo de músculo artificial, a equipe foi capaz de desenvolver métodos de camuflagem baseados nos próprios mecanismos presentes no reino animal.

Segundo o EcoFriend, a tecnologia resultou em um equipamento leve e maleável que é mais complexo que um tecido comum, mas que pode ser usado na composição de “roupas inteligentes”.

A base para a descoberta veio dos cromatóforos, células cheias de pigmentos encontradas em algumas espécies que têm a capacidade de trocar de cor. No caso do músculo artificial, o mecanismo é ativado por impulsos elétricos que podem ser ativados por um simples botão.

Os impulsos fazem com que materiais inteligentes dentro do tecido expandam ou contraiam, bombeando tinta preta ou branca para todo o material. O processo também pode ser imediato, como ocorre no mecanismo das lulas: um toque do botão trocaria toda a cor e outro devolveria à roupa o tom original. A tecnologia ainda está em fase de testes e não deve sair dos laboratórios tão cedo.

Fonte: EcoFriend

Cupons de desconto TecMundo: