Testes de resistência costumam machucar os corações dos entusiastas de smartphones e tablets. Não é fácil ver aparelhos como LG G3, Samsung Galaxy S5, Apple iPhone 6 e Sony Xperia Z2 terem suas telas estraçalhadas, seu corpo rachado e suas peças virarem lixo — ainda mais no Brasil, onde um celular desses tem um preço bem alto. 

Além dos youtubers, a operadora de telefonia norte-americana Verizon faz esse trabalho sujo para garantir a confiabilidade e segurança dos gadgets. A única diferença dela para os amassadores de celulares no YouTube é que a Verizon pega pesado. Muito pesado. 

Em seu laboratório, a operadora possui criativas técnicas de tortura para os novos smartphones e tablets. Caso eles saiam vitoriosos dos testes, a linha do aparelho entra na rede da companhia para venda.  

Contudo, se os aparelhos não tiverem sucesso, a Verizon devolve os pedaços estraçalhados com algumas notas sobre o que melhorar no desenvolvimento e carcaça. 

E, caso você pense: "Eu não balanço meu celular tanto assim como no teste", a Verizon também testa os aparelhos de todas as maneiras bobas que derrubamos durante nossos dias. Caindo da mesa, da cadeira, da cama, escorregando do bolso e das mãos. Tudo isso também conta nos testes de resistência. 

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