E a Uber está de volta em meio a imbróglios judiciais aqui no Brasil: a plataforma de transporte foi condenada a pagar R$ 10,4 mil a um motorista pelo descumprimento de uma política de recompensa por indicação de parceiros.

A regra era que o motorista ganharia R$ 400 caso indicasse outra pessoa – desde que essa fizesse pelo menos 20 corridas através do aplicativo. O valor total do ressarcimento é referente a indicação de 26 pessoas feitas por um dos motoristas do serviço – mas a Uber alegou que ele não cumpriu as regras por ter feito a divulgação em redes sociais e também para outros estados.

Imagem: Processo 5008316.39.2017.8.09.0051 - JEC/GO

Ainda assim, a juíza Mônica Cezar Moreno Senhorelo, do 1º JEC de Goiânia, explicou que o Uber, ao enviar um e-mail de confirmação de participação na promoção, autorizou que o homem divulgasse as indicações como bem entendesse.

Não é a primeira vez que a plataforma se vê com problemas na justiça brasileira: no início do ano, outro motorista do serviço entrou com um processo solicitando benefícios por uma relação que caracterizava vínculo empregatício – dessa vez, no entanto, a Uber conseguiu provar que não havia.

Nós entramos em contato com a Uber para comentar o caso, mas a empresa não ofereceu uma resposta até o fechamento da matéria.

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