Depois dos Estados Unidos, a Europa também vê chances de ganhar um Hyperloop para chamar de seu: depois de realizar um desafio envolvendo as principais cidades do Velho Continente, a empresa por trás do meio de transporte revolucionário já divulgou uma lista com possíveis conexões por lá.

Os critérios foram de que os trajetos deveriam ser tecnicamente praticáveis e economicamente viáveis. São nove rotas potenciais, indo desde um trajeto de 90 quilômetros conectando a Estônia à Finlândia até um imenso corredor de quase 2 mil quilômetros que atravessa a Alemanha. A Inglaterra, por sua vez, conta com três possíveis conexões: uma para as cidades do norte, uma que cruza a ilha de norte a sul e outra para conectar a Escócia ao País de Gales.

Outras rotas incluem países como Espanha, Marrocos e Polônia, a região dos Países Baixos e ilhas como Sardenha e Córsega, localizadas próximas à Itália e a França – sendo que, no caso dessas últimas, existe um mar separado os destinos.

Sendo assim, a Hyperloop já demonstrou sua intenção de trabalhar extensivamente com túneis, incluindo projetos utilizando blocos de túneis submergidos e até mesmo as chamadas “pontes de Arquímedes”, que são túneis submersos flutuantes. Essas alternativas, apesar de serem mais complexas, são mais rápidas de construir do que usando o método convencional com uma máquina – e de túneis um dos envolvidos no projeto, ninguém menos que Elon Musk, já sabe algumas coisas.

Ainda assim, apesar do plano de possíveis rotas, ainda não há qualquer indício de quando o próprio Hyperloop vai ser construído – até mesmo sobre a terra firme.