(Fonte da imagem: iStock)

É praticamente impossível você nunca ter passado por uma situação difícil quando precisou de algum serviço pelo telefone. É cair em uma central de atendimento que dá até um frio na espinha, já que não podemos ter certeza se teremos um atendimento decente ou se vamos nos deparar com um funcionário despreparado.

Esse tipo de problema geralmente acontece devido à terceirização dos serviços de Call Center, que contam com trabalhadores com baixos salários e treinamento pífio. Devido a esse tipo de tratamento, a tendência é que as coisas não funcionem tão bem como deveriam.

Só que tudo isso pode mudar graças a um processo movido por um funcionário de uma empresa que presta serviço de atendimento para a Claro. O trabalhador entrou com uma ação exigindo ser incorporado pela companhia de telefonia para que pudesse receber todos os benefícios que um funcionário da Claro tem.

Na última semana, a Subseção de Dissídios Individuais 1, órgão revisor das decisões das Turmas e unificador da jurisprudência do TST, confirmou a decisão de que a terceirização de call centers é ilegal e o funcionário deverá ser incorporado à Claro.

Mudanças no atendimento

O veredito da Subseção de Dissídios Individuais 1 abre um precedente que pode acabar com a terceirização dos serviços de atendimento de empresas de telefonia, já que trabalhadores podem entrar com processos semelhantes aos do funcionário da Claro, com a quase garantia de ter ganho de causa.

Ainda existe uma esperança para as empresas, já que a Claro ainda pode recorrer ao veredito, mas, se tudo continuar do jeito como está ocorrendo agora, poderemos ter grandes mudanças na maneira como somos atendidos quando ligamos para uma central de atendimento.

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