(Fonte da imagem: Reprodução/Agência Estado)

A fusão entre a Oi Telecom e a Portugal Telecom recebeu apoio do governo de Dilma Rousseff. Com dívidas de cerca de R$ 3,3 bilhões – dos quais R$ 2 bilhões são com o BNDES – a Oi deve receber com o acordo cerca de R$ 4,5 bilhões, o suficiente para sanar as dívidas e iniciar uma nova fase de investimentos.

A supertele, que ganhou o nome de CorpCo, estará entre as maiores do mundo. “Até onde eu vi vai ser uma empresa binacional, com 100 milhões de usuários e atuação no Brasil, em Portugal e na África”, destacou Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações.

É bom para o Brasil?

A união entre a Oi e a Brasil Telecom ocorreu ainda durante o governo Lula. Na época, a ideia era criar uma supertele brasileira, algo que infelizmente acabou não dando muito certo, fazendo com que a Oi Telecom acumulasse muitas dívidas. A fusão, segundo Paulo Bernardo, acontece em um bom momento.

“Para nós, competição é bom e ajuda o mercado. A briga entre as teles faz com que o consumidor acabe ganhando”, destaca. “A sede da nova empresa será no Brasil e a maioria do capital será brasileiro”, defende o executivo, afirmando que não há nenhum tipo de constrangimento por conta da mudança de planos.

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