(Fonte da imagem: Reprodução/UOL Esporte)

Um dos principais palcos da Copa do Mundo de 2014, o Estádio Mané Garrincha não passou no primeiro teste da qualidade do sinal que oferece aos visitantes do local. Inaugurada há pouco mais de uma semana, a construção ainda não passou pela instalação das antenas responsáveis por reforçar o sinal enviado aos torcedores.

No último domingo (26), o local foi cenário do confronto entre Santos e Flamengo pelo Campeonato Brasileiro. Ao todo, 63.510 pessoas estiveram no local, o que provocou uma sobrecarga na rede local — segundo a Folha de S. Paulo, muitos reclamaram da incapacidade de completar ligações ou acessar a internet em diversos pontos do estádio.

Segundo Carlos Duprat, diretor do SindiTelebrasil, o problema que afeta Brasília é o mesmo visto nos demais locais que vão sediar a Copa das Confederações: pouco prazo para a instalação dos equipamentos necessários. Além disso, um impasse entre operadoras e administradores dos estádios acabou pondo em risco a qualidade do serviço prestado.

Atraso generalizado

“Desde o início vínhamos defendendo que precisávamos de 120 dias para fazer a instalação, mas as obras atrasaram e a negociação também demorou”, disse Duprat. “Nós concluímos uma parte significativa, mas ainda falta toda a parte de ajustes, porque tudo atrasou”, afirmou ele quando questionado sobre os problemas no Mané Garrincha.

Até o momento, nenhum dos estádios que vão sediar a Copa das Confederações conta com a instalação completa dos equipamentos. Mesmo diante das dificuldades, o SindiTelebrasil garante que as empresas estão dentro do prazo previsto e que vão conseguir cumprir os contratos antes do dia 15 de junho, data em que se inicia a competição.

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