O relógio está correndo. E uma hora os sinos dobram. (Fonte da imagem: Rootmetrics)

O principal entrave é logístico. Assim, devido a problemas na execução das obras, a cobertura de telefonia móvel dentro dos estádios corre alguns riscos. Depois do acordo feito sobre a “cobertura indoor” (emissão de sinal em ambientes fechados) entre o Ministério das Comunicações e as cidades Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife, Eduardo Levy, diretor-executivo do SindiTelebrasil, disse que “o sinal vermelho está aceso nessas três cidades”.

Para Cezar Alvarez, secretário-executivo do tal ministério, o governo vem tentando mediar as relações entre as operadoras de celular e a administração de estádios para garantir o funcionamento dos serviços de telecomunicações dentro das cidades-sedes da Copa das Confederações. “Não está no memorando de entendimentos firmado com a Fifa, mas todos nós queremos (...) o melhor sinal de telecomunicações para os espectadores dos jogos”, afirmou.

Atraso

Ainda nas palavras de Levy, o principal problema no Rio de Janeiro e Recife é o atraso na entrega dos estádios. “O risco é alto de não fazermos a ‘cobertura indoor’ porque ainda não conseguimos entrar na sala de equipamentos.” O tempo médio gasto no desenvolvimento do projeto de engenharia e na instalação dos equipamentos é de 120 dias, conforme também informa o diretor do SindiTelebrasil.

Além disso, em Belo Horizonte as discussões envolvem o preço de alocação de um espaço de 200 metros quadrados – área necessária para toda instalação dos instrumentos das operadoras. Mas Cezar Alvarez, nosso secretário, diz que a infraestrutura de telecomunicações será devidamente entregue até 30 de abril. O primeiro jogo da Copa deve acontecer no dia 15 de junho.

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