Conceito de celular com tela flexível (Fonte da imagem: Samsung)

Você está na rua e seu programa favorito está prestes a começar? O que fazer? Simples, basta tirar a televisão do bolso e assistir à atração desejada. Não, você não está em um desenho animado, mas em um mundo em que a tecnologia permite que tenhamos telas dobráveis.

A novidade ainda não está disponível para o grande público, mas é um conceito que pode aparecer nas lojas em breve. Isso porque cientistas britânicos desenvolveram a chamada Quantum Dot — ou simplesmente QD —, uma tela extremamente fina e que não se quebra quando você a enrola. Desse modo, temos um display centenas de vezes mais fino que o cabelo humano e tão portátil quanto uma caneta esferográfica.

O grande segredo da QD em relação a outras tecnologias rivais, como o próprio OLED, é que ela pode ser impressa em um material plástico e em várias dimensões, ou seja, você pode ter uma TV portátil que cabe na sua mão ou que ocupe toda a parede de sua casa. Além disso, sua espessura mínima também permite que as empresas determinem o padrão de cores exibidas, o que significa que ela pode ser usada para diferentes fins.

Outro ponto que chama a atenção para a Quantum Dot é o fato de ela estar mais próxima de sair do papel do que as demais propostas semelhantes. Várias fabricantes asiáticas de aparelhos eletrônicos já demonstraram interesse, o que pode viabilizar o conceito nos próximos três anos.

Caso empresas como Sony e Samsung, por exemplo, realmente passem a usar a QD como alternativa ao LCD e ao LED em suas TVs, é possível prever uma nova geração de equipamentos muito mais leve e fina do que a existente no mercado atual.

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