A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) anunciou que o Lockheed Martin F-35A Lightning II, há mais de 15 anos em desenvolvimento, está finalmente pronto para voar e entrar em combate. O primeiro esquadrão que usará estes caças (34th Fighter Squadron) se encontra na Hill Air Force Base, em Utah, nos EUA.

Enquanto as autoridades norte-americanas comentam que os F-35 estão prontos para entrar em batalha, o The Wall Street Journal nota que, na verdade, os caças só poderão ser enviados para "zonas de guerra" em outubro deste ano. Isso porque, de acordo com o jornal, o software presente no sistema dos aviões ainda previnem os pilotos de utilizarem "todas as capacidades" — ou seja, o software ainda trava o uso de certas armas.

A Força Aérea dos Estados Unidos espera que os novos F-35 sejam levados para zonas de conflito, como locais na Síria com problemas relacionados ao Estado Islâmico, apenas em 2017. Vale notar que o caça supersônico também possui uma tecnologia "stealth", que o torna invisível a radares.

US Air Force

Segundo o general Hawk Carlisle, líder do comando de combate aéreo, os caças estão prontos para operar em um esquadrão "12-24". "Estou orgulhoso em anunciar este novo sistema de armas poderoso que alcançou a capacidade de inicial de combate. O F-35A será o avião mais dominante em nosso inventário porque ele pode ir onde nossas aeronaves atuais não podem — e ainda fornecem as capacidades que nossos comandantes necessitam no campo de batalha moderno", disse Hawk.

F-35A

Desenvolvido durante 15 anos, o F-35 teve um custo de US$ 400 bilhões (R$ 1,2 tri). Esse valor deixa o Lockheed Martin F-35A Lightning II na posição de avião mais caro da História.

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