Apesar de não haver nenhuma confirmação da Google, boatos já indicam uma possível data de lançamento do tablet da empresa: 26 de novembro. A informação supostamente teria vazado de dentro dos corredores da companhia e é dada praticamente como certa por boa parte da mídia especializada.

Por mais que nada disso seja oficial, a prancheta eletrônica, que ainda não possui nome, é ansiosamente aguardada por ser o primeiro produto a utilizar o tão esperado Chrome OS, sistema operacional desenvolvido pela própria Google e que inaugurará o sistema de computação em nuvens (“cloud computing”) em aparelhos domésticos.

A data, segundo os rumores, foi especialmente escolhida para tornar o tablet, popular. Nos Estados Unidos, no dia 26 de novembro deste ano vai ser “comemorado” o evento chamado “Black Friday” (“Sexta-feira Negra”), data em que as lojas fazem grandes promoções para chamar um grande número de consumidores. Dessa forma, a Google aproveitaria a queda de preço do dia para entrar no mercado.

Imagem conceitual do tablet

Divulgação/The Chromium Projects

Para conseguir bater de frente com o iPad, da Apple, a prancheta eletrônica utilizaria configurações avançadas para conquistar o mais variado perfil de usuário, além de convencer outros a abandonar seus notebooks. Equipado com uma plataforma NVIDIA Tegra 2 e 2 GB de memória, o equipamento utilizaria uma tela multitouch com resolução de alta definição e total conectividade com redes 3G e Wi-Fi, além de Bluetooth.

Outro ponto destacado pela suposta fonte dentro da Google, o tablet possuiria certos elementos não existentes no produto da Apple, como webcam e slot para cartão de memória para expandir os 32 GB de SSD disponíveis.

Além disso, de acordo com as informações que vazaram, o tablet seguiria os passos do Nexus One, ou seja, também seria fabricado entre uma parceria entre Google e HTC. Outros boatos apontam para um suposto acordo com a operadora de telefonia Verizon que possibilitaria a aquisição do lançamento até mesmo de graça, dependendo do plano adquirido.

Até o fechamento desta matéria, a Google não se pronunciou sobre o assunto.

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