(Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)

O Windows RT pode não ter feito sucesso com o público, mas isso não quer dizer que a Microsoft vai desistir dele. Segundo o The Verge, Terry Myerson (encarregado do grupo de sistemas operacionais da companhia) disse que o foco do SO se baseará em três pontos principais: comunalidade, a nuvem e experiências adaptadas para os aparelhos.

Os três pilares do Windows RT

Sobre o primeiro ponto, Myerson dá a entender que podemos ter smartphones com o Windows RT (ou ao menos algum tipo de unificação entre essa plataforma e o Windows Phone) em breve. “Nós realmente devemos ter uma interface para todos os nossos dispositivos.”, começou, “Nós devemos ter um grupo de APIs para desenvolvedores em todos os nossos dispositivos. E todos os aplicativos que trazemos para os usuários finais devem estar disponíveis em todos os nossos dispositivos”.

Quanto ao segundo ponto, Myerson foi enfático quanto à necessidade da criação de um serviço da nuvem unificada para os aparelhos da empresa. “Estejamos marcando os como Windows ou Xbox, nós realmente precisamos de um serviço central que esteja capacitando todos os nossos dispositivos”, explicou.

Por fim, o último pilar aponta para a famosa interface dos tiles, usada pela empresa em seus principais sistemas. Para a Microsoft, criar uma aparência “familiar” para todos os aparelhos da companhia é importante, mas o design de cada uma dessas interfaces deve estar cuidadosamente adaptado para oferecer uma experiência única em cada um.

Um longo caminho pela frente

Apesar da Microsoft ter um plano bem-estruturado para ajudar o Windows RT a agradar o público, até mesmo eles sabem que há um longo caminho até que eles possam ser comparados ao Android ou o iOS.

Prova disso é um tweet feito por Paul Thurrott. Nele, Thurrott cita as palavras de Kevin Turner – Diretor de Operações da Microsoft –, que admite que o Windows Phone (que está tendo um sucesso consideravelmente maior que o RT) é apenas um terceiro colocado distante, quando comparado às plataformas móveis da Apple e da Google.

Mas será mesmo que focar nos três pontos comentados por Myerson se mostrará o suficiente para tornar o Windows RT competitivo? Teremos que esperar para descobrir.

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