Steve Jobs e Steve Wozniak no cinema. (Fonte da imagem: Divulgação/JOBS)

A cinebiografia de Steve Jobs, estrelada por Ashton Kutcher, teve sua primeira apresentação pública na noite de ontem (28), no Festival de Cinema de Sundance. Com a estreia do filme, o site The Verge entrou em contato com Steve Wozniak, cofundador da Apple, que não poupou o longa de críticas.

Ele afirmou ter sido contatado pela equipe de produção do filme, que enviou a ele uma versão preliminar do roteiro. “Um lixo”, definiu Woz, que se recusou a contribuir com o longa devido a interações entre ele e Steve Jobs que nunca aconteceram. Um dos motivos, por exemplo, foi a apologia às drogas.

O cofundador da Apple afirma nunca ter visto Steve Jobs usando drogas em sua presença. Ele próprio não utilizava substâncias ilícitas, mas sabia que andava com pessoas que gostavam disso. Não havia  nenhum constrangimento entre a dupla com relação ao assunto, mas o tópico dificilmente era abordado já que eles preferiam falar sobre tecnologia e trabalho.

Mesmo com suas críticas, Woz afirmou acreditar que o filme será um sucesso e será muito interessante para as pessoas. A principal qualidade, na opinião dele, é a escolha dos atores, que se parecem com suas contrapartes reais mesmo que suas personalidades não estejam totalmente de acordo.

O “outro” projeto

A ausência de Steve Wozniak da biografia estrelada por Ashton Kutcher não significou um adeus à história de Steve Jobs. O cofundador da Apple está envolvido em um segundo filme sobre o amigo, que está sendo produzido pela Sony e tem roteiro sendo escrito por Aaron Sorkin, de “A Rede Social” e “The Newsroom”.

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