Muitas pessoas não sabem, mas a Sony já foi uma gigante do ramo das baterias, e foi a primeira a lançar no mercado uma célula de íon-lítio, isso em 1991. Entretanto, os tempos são outros, e mesmo que a maioria dos gadgets comercializada atualmente dependa de baterias, o fato é que a venda desses itens não gera mais lucro como antigamente.

De fato, no ano passado, a divisão de energia da Sony (Sony Energy Devices Corporation) desvalorizou US$ 271 milhões (proximamente R$ 891 mil), o que levou a empresa a buscar uma solução. Em um comunicado feito ontem (28) pela própria Sony, a empresa explica que está em processo de vender a Energy Devices para a japonesa Murata Manufacturing Co., Ltd. A Murata é uma empresa focada em componentes eletrônicos que deve usar a tecnologia da Sony para expandir os seus negócios.

No comunicado, a Sony comenta que a transação está esperando a confirmação de agentes regulatórios que deve ser feita até outubro deste ano. Se tudo der certo, a transferência deverá em março de 2017. Alguns produtos bem específicos, como carregadores USB e pilhas alcalinas, não fazem parte do acordo.

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