O que são a orquestração de contêineres e o Kubernetes?

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Equipe TecMundo

@tec_mundo

Existe um outro conceito crítico que precisa de explicação: a orquestração. Se você possui um contêiner, isso é fácil de se gerenciar. No entanto, ao passo que crie mais contêineres, é crucial que eles sejam gerenciados. Se você não o fizer, provavelmente adentrará o caos (e o caos não é bom). O Kubernetes te salva disso. Uma curiosidade interessante: “kubernetes” é uma palavra grega que significa "timoneiro" ou "piloto". Trata-se de um sistema de código aberto que pilota ou orquestra suas aplicações conteinerizadas e sofisticadas. Pense nele como o guindaste que move e controla os contêineres. Assim como com o Docker, a IBM é bastante ativa na comunidade open source do Kubernetes

Como mencionamos antes, o Kubernetes orquestra seus contêineres. O que isso realmente significa, no entanto? Ele mantém o equilíbrio da sua aplicação. O Kubernetes desenrola as mudanças e atualizações nela, e, se algo der errado, desfaz a mudança e reinicia os contêineres que falharam, substituindo alguns deles quando certos nós morrem e excluindo os contêineres que não responderem ao check-up. Esse gerenciamento proporciona economia de recursos sem ter que sacrificar a disponibilidade e fornece um autobalanceamento de carga.

Qual é a diferença entre contêineres e imagens de máquinas virtuais?

Como o nome sugere, uma máquina virtual é um software que simula um sistema de computador. A MV permite que os times rodem o que parece ser diversas máquinas em um único computador. Se você precisa rodar um software em um tipo diferente de hardware ou sistema operacional, a MV fornece essa opção, sem precisar de nenhum hardware adicional.

A diferença mais importante entre um contêiner e uma MV é que, com ela, o time pode criar ambientes virtuais (contendo sistemas operacionais), onde diferentes tipos de software são capazes rodar. No entanto, o contêiner isola o software do ambiente e do sistema operacional, permitindo que rode quase em todo lugar. (Fonte: Contêineres vs. MVs: Qual é a diferença?)

Como começar a usar contêineres?

Eu poderia citar o seguinte ditado: “a jornada de mil quilômetros começa com um primeiro passo”. Mas não irei. A melhor maneira para começar é começando, com um contêiner. Existem inúmeros benefícios em se conteinerizar suas aplicações, mas a pergunta é: por onde começar? Ou: como começar?

Aqui estão algumas formas:

  • 1. Migrando e expandindo: “Lifting and Shifting” é o processo de conteinerizar uma aplicação local para tirá-la (de um data center, geralmente) e migrá-la para outro lugar, que normalmente é uma nuvem pública ou privada. Para esclarecer, o lift-and-shift não é uma forma de reestruturar ou dividir sua aplicação, mas sim uma maneira de colocar toda ou boa parte dela em um único contêiner. 
  • 2. Modernizando a aplicação: uma abordagem mais agressiva seria tirar sua aplicação monolítica e reestruturá-la em microsserviços de contêineres. Essa estrutura se move entre uma abordagem de desenvolvimento e outra. 
  • 3. Com novos desenvolvimentos: finalmente, algumas organizações escolhem começar todo o novo desenvolvimento utilizando contêineres.

Como o IBM Cloud Paks pode ajudar?

Para além dos contêineres e do Kubernetes, as empresas precisam orquestrar sua topologia de produção e fornecer gerenciamento, segurança e controle para suas aplicações. É aí que entra o IBM Cloud Paks.

Os Cloud Paks são soluções de software conteinerizadas prontas para empresas, que fornecem uma maneira aberta, mais rápida e mais segura de mover aplicações de negócios essenciais para qualquer nuvem. Cada Cloud Pak roda no Red Hat® OpenShift® no IBM Cloud™ e no Red Hat Enterprise Linux e inclui middleware da IBM conteinerizado, além de serviços comuns de software para desenvolvimento e gerenciamento, por cima de uma camada de integração comum. Este vídeo explica a arquitetura.

Para saber mais sobre os Cloud Paks disponíveis para Aplicações, Dados, Integração e Automação, além de Gerenciamento Multinuvem, confira os IBM Cloud Paks.

Onde posso rodar meus contêineres?

Lembre-se, o Docker, assim com o IBM Cloud Paks, permite que você possa empacotar, enviar e rodar aplicações em qualquer nuvem pública ou privada. A maioria das organizações de hoje não fica restrita apenas a um fornecedor de nuvem. Essa abordagem é uma boa opção. 71% das empresas utilizam três ou mais nuvens, e oito entre dez se comprometem com uma estratégia multinuvem.

Existem três diferentes tipos de ambientes em nuvem para se considerar: 

  • 1. Nuvem pública: é um ambiente de múltiplos inquilinos, mas totalmente gerenciado e que fornece preços baseados no uso. IBM Cloud, AWS e Azure são nuvens públicas. Você pode executar seus IBM Cloud Paks em qualquer uma delas. 
  • 2. Nuvem dedicada: fornece os benefícios de uma nuvem pública com infraestrutura dedicada. Uma nuvem desse tipo preenche vários requisitos de regulação industrial. Você também não estará compartilhando recursos de computação com os outros. 
  • 3. Nuvem privada: fornece os benefícios da computação em nuvem, mas por trás do seu firewall. A IBM oferece o Red Hat OpenShift na IBM Cloud, um serviço abrangente que fornece clusters OpenShift totalmente gerenciados na plataforma altamente escalável e confiável da IBM Cloud. Você recebe as chaves, mas ele opera em um data center seguro da IBM. 

O que é o Red Hat OpenShift na IBM Cloud? 

Contêineres, Docker, Cloud Paks e Kubernetes. Sim para todos? O Red Hat OpenShift na IBM Cloud junta tudo para você. Alavancando a IBM Cloud, você pode focar em desenvolver e gerenciar suas aplicações. A IBM lida com a infraestrutura, fornecendo um cluster OpenShift totalmente disponível e gerenciado com o clique de um botão. Confira o vídeo “Um tour guiado do Red Hat OpenShift na IBM Could” para mais detalhes. 

O RedHat OpenShift na IBM Cloud está diretamente integrado ao mesmo serviço de Kubernetes que mantém 250 bilhões de previsões diárias por demanda no The Weather Company. É bastante coisa! 

Obtenha os detalhes dos recursos, tais como painéis com uma experiência nativa OpenShift, disponibilidade contínua com clusters multizona e movimentação de cargas de trabalho e dados de forma mais segura por meio do Red Hat OpenShift na IBM Cloud.

Resumo

Contêineres são elementos de base para o futuro. Mais do que “apenas objetos brilhantes”, vieram para ficar. Desde a entrega de aplicações de maneira mais rápida, a superalimentação do desenvolvimento até a implementação, e a redução dos custos de infraestrutura e software, os contêineres fornecem verdadeiros resultados em negócios, tanto para pequenas quanto para grandes organizações. Os links a seguir oferecem mais recursos, incluindo vídeos, test drives práticos, tutoriais e outras informações pertinentes para te ajudar a começar hoje mesmo.

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