O Windows XP, um dos sistemas operacionais com maior adesão dos usuários da Microsoft, recebeu suporte até abril de 2014, principalmente porque até hoje roda em vários estabelecimentos comerciais e industriais. Mas, para os padrões atuais, é muito tempo para ficar “preso” em um software que já possui versões superiores. A companhia de Redmond quer evitar que isso aconteça novamente, desta vez com o Windows 7, e por isso começa a difundir um marketing mais agressivo para que os consumidores realizem o quanto antes a substituição para o Windows 10.

Fim do suporte para o Windows 7 está oficialmente agendado para janeiro de 2020

Diferentes métricas divergem, entretanto, alguns sites afirmam que o Windows 10 já ultrapassou sua presença em máquinas em relação ao Windows 7. Só que uma das conclusões nesses levantamentos chama a atenção por lembrar o Windows XP: uma pesquisa citada pelo PPLWare aponta que o Windows 7 está presente em 43% dos PCs usados no setor produtivo, enquanto o Windows 10 registra 34%.

Isso justifica ainda mais a preocupação da Microsoft, pois trata-se de uma área que dificilmente vai realizar a troca de hardware ou software nos próximos dois anos — o suporte final para o Windows 7 está agendado para janeiro de 2020. Assim, a empresa vem distribuindo vídeos e mensagens para revendedores, incentivando-os a encorajar as firmas parceiras para fazer a substituição. Essa campanha deve se intensificar ainda mais a partir do começo de 2019.

windows 7

O maior problema para o usuário é que na verdade muitos dos aplicativos amplamente utilizados atualmente, como mensageiros e redes sociais, contam com otimização constante de funcionalidades, segurança e uso de memória para o Windows 10, enquanto os mesmos utilitários para Windows 7 ficam, digamos, atrasados. E isso deve piorar com o encerramento dos updates.

“Por que o fim do suporte é tão importante para nós? Porque é uma grande chance para você levar seus clientes ao mundo moderno. É uma oportunidade estimada em US$ 100 bilhões, se você contabilizar todos os serviços de parceiros, (o pacote) Office e a alternativas de soluções ao longo de três anos ”, explica Louise Gauthier, líder de produtos e marketing da Microsoft.

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