As primeiras críticas de Rogue One: Uma História Star Wars começaram a sair na tarde desta terça-feira, dia 13 de dezembro, a poucos dias da estreia mundial do aguardado spin-off da saga mais popular dos cinemas.

E os comentários não poderiam ser melhores! Os críticos estão dizendo que este é um dos melhores filmes da franquia – o que é uma surpresa considerando a apreensão dos fãs seguindo notícias de refilmagens e de dificuldades na produção.

Por sorte, o diretor Gareth Edwards parece ter conseguido produzir um longa para satisfazer o público – especialmente os mais velhos – com uma obra que mistura elementos de guerra e de trama de roubo.

Rogue One: Uma História Star Wars apresenta uma história que se passa imediatamente antes de Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança, mostrando uma equipe rebelde tentando roubar os planos de construção da Estrela da Morte.

Apesar de ser uma prequel, os fãs não devem se preocupar em ter a mesma decepção que tiveram com os Episódios I a III de Star Wars! De acordo com os críticos, Rogue One é um filme bem diferente e interessante dentro da história da franquia.

Divulgação/Lucasfilm

Confira alguns comentários dos veículos mais importantes da imprensa especializada americana:

“Eu não sou nem fã nem um fanático por Star Wars, e ao longo dos anos tive reações diversas à criação icônica de George Lucas. Mas à medida que nos aproximamos do 40º aniversário do original de 1977, devo dizer que estou surpreso com o quanto gostei do primeiro filme derivado da franquia, Rogue One. Não é exagero de minha parte dizer que eu realmente acho que este pode ser o meu favorito de todos os filmes Star Wars”.

Rogue One é um filme de Star Wars, sim, e parece épico – mas em sua essência ele é um filme de assalto. É Onze Homens e Um Segredo no espaço. (...) Rogue One seria um ótimo filme de ficção científica mesmo com um nome diferente. Mas o que o torna especialmente eletrizante é como ele se encaixa perfeitamente na linha do tempo de Star Wars e conecta eventos que já conhecemos de cor com outros que nunca consideramos. Ele nos faz questionar quantas outras histórias não contadas estão nos cantos sombrios da galáxia muito distante de George Lucas.

“Rogue One traz definitivamente a guerra de volta para Star Wars. O filme pode se chamar ‘rebelde’ (rogue), mas este primeiro longa derivado da franquia oficial se encaixa perfeitamente no universo que George Lucas criou há 40 anos. Com mais cenas de ação e batalha do que qualquer um dos seus sete predecessores, Rogue One: Uma História Star Wars funciona como um preparativo para os eventos do filme original de 1977 e, em grande parte, faz isso de forma muito excitante”.

“O diretor Gareth Edwards, de Godzilla, faz o primeiro filme Star Wars destinado para os fãs adultos do longa original, com um filme de guerra pesado e com poucos ingredientes para crianças”.

“Rogue One é absolutamente fantástico – o melhor filme de Star Wars desde O Império Contra-Ataca, de 1980, e nenhum outro filme este ano me deu tanta alegria, emoção e aquele sentimento de admiração quanto Rogue One. E olha que este ano tem sido um ano excepcionalmente bom nos cinemas”.

"O diretor trabalha as cenas de ação como um mestre jedi e como uma criança com um novo brinquedo. Dos rachas com naves X-Wing às cenas de batalha que se assemelham àquelas de Apocalypse Now, Edwards faz você sentir cada obstáculo dos rebeldes, que lutam em desvantagem contra o grande Império, liderado por Krennic e Vader. O uso de câmeras na mão permite que Edwards nos leve direto para a batalha. Rogue One realmente fica melhor à medida que avança, e o terceiro ato é a cereja do bolo".

O filme cresce quando abandona a pretensão de ser uma ópera espacial e aceita ser o filme moderno de ação que está em seu cerne, dando-lhe uma identidade única que realmente se destaca de outros episódios da série.

“Como O Despertar da Força, o filme fica melhor quanto mais se desvia dos triunfos do passado. Ao contrário de O Despertar da Força, que entrou no clichê de Star Wars, esta aventura solo sofre com uma parte irregular no meio do filme, mas termina em alta, com um terceiro ato triunfante no planeta tropical de Scarif. Lembrando a citação de Churchill – “Nós vamos lutar contra eles nas praias” – o longa é parte roubo, parte batalha; um grande espetáculo de ação com AT-ATs pisoteando palmeiras, Death Troopers espirrando em águas azuis e algumas reviravoltas verdadeiramente surpreendentes. É neste ponto, quando Rogue One reverte a fórmula e se torna ele próprio um rebelde, que ele finalmente cumpre sua promessa”.

E aí, animados para conferir a produção nos cinemas? Comente abaixo.

Via Minha Série

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