Quem aqui já assistiu o clássico “A Fortaleza”, de 1992, com Christopher Lambert, vai entender a situação: o governo de Hong Kong quer usar todo tipo de tecnologia de ponta para manter a segurança de suas cadeias, que estão prestes a se tornarem “prisões inteligentes”. A ideia é rastrear os prisioneiros para evitar fugas ou outras contravenções.

Todas essas medidas levantam um assunto polêmico – a privacidade dos detentos

Uma das primeiras medidas do governo é munir cada um dos detentos com uma espécie de pulseira fitness que é capaz de monitorar a atividade e o posicionamento do usuário. Não é a primeira vez que tentam monitorar presos usando a tecnologia – no Reino Unido já consideraram implantes de RFID para isso.

De olho em tudo!

Câmeras inteligentes também vão monitorar os detentos, contando, para isso, com um sistema de identificação que é capaz de perceber qualquer comportamento anormal ou suspeito. Isso pode ser útil para detectar o começo de brigas ou mesmo se algum preso pode estar tentando causar algum mal para si mesmo.

Robôs que custam US$ 125 mil, ou R$ 465,4 mil, vão ser usados para vasculhar as fezes dos detentos em busca de sinais de uso de drogas dentro da cadeia – o que é um alívio para os funcionários humanos dos institutos correcionais.

Todas essas medidas levantam um assunto polêmico – a privacidade dos detentos, visto que as câmeras, por exemplo, funcionariam até dentro dos banheiros. Seja como for, é uma medida que o governo de Hong Kong pretende levar adiante afirmando que tudo serve para dar mais segurança para os próprios presos.

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