Garoto pega 30 meses de prisão nos EUA por criar trojan LuminosityLink

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Um garoto de 21 anos chamado Colton Grubbs foi sentenciado a 30 meses de prisão por desenvolver e vender um trojan de acesso remoto (RAT) chamado LuminosityLink. Segundo a Justiça estadunidense, Grubbs trabalhava sob o apelido de “KFC Watermelon” na internet e declarou ser culpado por acessar computadores de maneira ilegal, lavar dinheiro e ocultação de propriedade para prevenir ação judicial.

O RAT LuminosityLink surgiu no começo de 2015. A ferramenta hacker era vendida por cerca de US$ 40 na época e se vendia como um software “legítimo” para administradores Windows gerenciarem vários computadores ao mesmo tempo, segundo informa o The Hacker News.

Além da pena de 30 meses de prisão, Grubbs terá que pagar os 114 bitcoins (US$ 725 mil) que ganhou com a venda da ferramenta

Embora a ferramenta fosse vendida como algo legítimo, o LuminosityLink não passava de um perigoso trojan de acesso remoto que permitia aos compradores gravar o que era digitado no teclado de vítimas, além de espionar câmeras, microfones, baixar e visualizar arquivos, bem como roubar nomes e senhas de sites.

Segundo Grubss, o LuminosityLink foi vendido para mais de 6 mil pessoas que usaram a ferramenta para ganhar acesso não autorizado a milhares de computadores em 78 países.

Além da pena de 30 meses de prisão, Grubbs terá que pagar os 114 bitcoins (US$ 725 mil) que ganhou com a venda da ferramenta e será supervisionado pelo Escritório de Condicional dos Estados Unidos durante 3 anos.

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