Julian Assange não é mais o editor-chefe da plataforma de delação WikiLeaks, de acordo com anúncio realizado na última quarta-feira (26). Assange continua como um dos editores, mas o jornalista e ativista Kristinn Hrafnsson que, a partir de agora, guiará o veículo.

Praticamente censurado na embaixada do Equador, Assange sai de cena neste momento

Desde 2012 em asilo político na embaixada do Equador localizada em Londres (Reino Unido), Julian Assange teve seus privilégios de acesso à internet revogados pelo novo presidente equatoriano Lenín Moreno.

“Devido às circunstâncias extraordinárias em que Julian Assange, o fundador do WikiLeaks, foi mantido incomunicável por seis meses enquanto está arbitrariamente detido na embaixada equatoriana, Assange nomeou Kristinn Hrafnsson como editor-chefe do WikiLeaks”, escreveu a plataforma em comunicado.

Hranfnsson comentou que “condena o tratamento de Julian Assange (...)”, porém, carregará a responsabilidade de garantir a continuação segura do “importante trabalho” baseado nos ideiais do WikiLeaks.

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