Atualmente restrita a smartphones de alto desempenho, como o Galaxy Note 7, a tecnologia de leitura de íris pode chegar em breve a dispositivos intermediários. O primeiro indício do tipo é um anúncio feito pela Dongwoon Anatech, que conseguiu integrar em um mesmo módulo uma câmera e um leitor de retina.

A solução vai permitir reduzir os custos de produção da tecnologia, bem como o tamanho dos componentes necessários para incorporá-la e o peso geral dos smartphones. Isso abre o caminho para que componentes do tipo sejam incorporados a aparelhos eletrônicos mais acessíveis ao grande público.

Solução permite integrar a tecnologia a módulos de câmeras frontais

Segundo a Samsung explicou em uma apresentação realizada na última terça-feira (23), leitores de íris são a solução de segurança mais viável da atualidade, visto que autenticações por DNA seriam impossíveis. Conforme explicou Kim Hyeong-seok, o fato de que leva mais de uma hora para analisar informações de saliva ou sangue torna “realisticamente impossível” aplicar métodos do tipo a um dispositivo portátil.

Embora ainda exista uma chance em 1 bilhão de que alguém tenha o mesmo padrão de íris que você, é possível afirmar com certa confiança que leitores do tipo apresentam a melhor solução de segurança mobile a que temos acesso atualmente. No caso dos aparelhos da fabricante sul-coreana, os dados de usuários são armazenados em uma área segurança dos núcleos ARM de seus smartphones, o que significa que não há a chance de que eles sejam interceptados ou roubados a partir de um servidor externo.

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