Não há dúvidas de que o Galaxy S7 e o Galaxy S7 edge vão se consagrar como os smartphones Android mais potentes de 2016. Os aparelhos já surpreenderam na análise da imprensa internacional, mostrando que a empresa sul-coreana fez o dever de casa. Porém, um problema parece se destacar quando analisamos mais de perto esses dispositivos.

Apesar de teoricamente trazerem o último chipset da Qualcomm dentro da carcaça, há modelos do Galaxy S7 e do Galaxy S7 edge que virão equipado com o chip da própria Samsung. Países asiáticos e alguns outros mercados vão receber o Exynos 8890 em vez do Snapdragon 820. Qual é o problema? A diferença de desempenho entre esses dois modelos.

Problema para o futuro

Como destaca Gordon Kelly para o site Forbes, essa diferença na performance entre os chipset não é algo que pode ser facilmente desconsiderado. Além de um desempenho mais baixo para a CPU, o problema fica ainda mais evidente se analisarmos a GPU, que apresenta um gap de até 30% em favor do chipset da Qualcomm.

Ou seja: o Galaxy S7 e o Galaxy S7 edge equipados com Exynos 8890 são mais fracos do que aqueles equipados com Snapdragon 820. No curto prazo, isso pode não fazer muita diferença, mas se transformará em um problema grave com o passar do tempo e chegada de novos jogos e recursos para os aparelhos.

É difícil prever se essa diferença de desempenho entre o Snapdragon 820 e o Exynos 8890 pode se transformar em um grande problema no futuro. As coisas tentem a ficar ainda mais complicadas se considerarmos que o consumidor não sabe o que está comprando. Afinal, se qualquer um puder escolher, sempre vai optar pela versão mais potente. Mas a Samsung vai dar essa opção para todo mundo? Provavelmente não.

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