Com o encerramento das vendas do Galaxy Note 7, muitos pensavam que o “período de azar” da Samsung finalmente iria acabar. Apesar de ter sua imagem manchada, a companhia estava convencendo muitos consumidores a migrar para o Galaxy S7 e para o Galaxy S7 Edge, tendo inclusive que aumentar a fabricação dos aparelhos para lidar com a demanda crescente.

No entanto, uma série de ocorrências recentes pode trazer novas dores de cabeça à fabricante: após unidades do Galaxy S7 Edge pegarem fogo nas Filipinas e nos Estados Unidos, o mesmo voltou a acontecer esta semana no Canadá. Conforme o consumidor Elisha Loewen relatou na rede social Google+, sua unidade do aparelho começou a emitir fumaça enquanto estava parada sobre o painel de seu carro.

O aparelho ficou totalmente destruído

O consumidor ainda aguarda por uma resposta da fabricante

Ele conseguiu atirar o dispositivo para fora da janela de seu carro e teve que usar neve para resfriar o gadget que parecia prestes a pegar fogo. Segundo Loewen, a operadora Bell se recusou a substituir o produto e o instruiu a entrar em contato com a Samsung — exatamente o que ele fez, e agora espera que um especialista da empresa entre em contato.

Embora ocorrências do tipo relacionadas ao Galaxy S7 Edge não sejam exatamente comuns, é compreensível que muitos consumidores fiquem paranoicos com ocorrências do tipo. No entanto, devido ao longo tempo após o lançamento do produto, podemos considerar que ele é relativamente seguro e que não devemos ver um novo recall sendo feito — isso é, a não ser no caso da situação se tornar mais grave com o aumento do número de unidades vendidas.

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