Brian David Johnson é um futurista pago pela Intel para pensar em novas tecnologias e outras maneiras de inovar a vida das pessoas. Há alguns anos, ele desenvolveu um projeto em documento de um robô humanoide chamado Jimmy, que surpreendentemente foi apresentado na Intel Developer Forum deste ano.

Junto com o artista Sandy Winkelman, Johnson queria deixar a aparência de Jimmy The Robot mais social, de forma que ele fosse bonito e não apresentasse uma ameaça para as pessoas que ainda possuem a visão de que "robô é sinônimo de perigo", como aparece em "O Exterminador do Futuro".

A principal ideia é que Jimmy seja acessível às pessoas da mesma forma que os smartphones. Por isso, ele roda em uma tecnologia open source simples, que pode ser programada até pelos mais iniciantes. Além disso, Johnson criou arquivos livres dos modelos 3D para a personalização do robô.

Atendendo as diversas necessidades

Naomi Shah, estudante da Universidade de Stanford, fez um estágio de verão na Intel e criou o seu próprio programa para o robozinho. Com o objetivo de auxiliar os parentes que possuem alergias diversas, Shah desenvolveu com o kit da Intel um sistema que analisa o ar e informa quando a poluição está acima de 90%.

Utilizando os dados coletados, ele consegue informar o perigo da atual qualidade do ar, fazendo com que as pessoas tenham maior consciência do perigo e tomem decisões mais sábias.

Valor do robozinho

A primeira versão utilizada para testes da Intel custa 16 mil dólares e possui um processador Intel i5. Entretanto, uma nova variante utilizando o processador Intel Edison vai ser produzida pelo valor de 1,6 mil dólares (vale lembrar que o custo de produção não é o valor de venda).

Não existe nenhuma informação ou previsão de lançamento do robô Jimmy, mas um livro escrito por seu criador, Brian David Johnson, será lançado ainda este ano. Se você ainda está curioso, pode conferir a galeria com algumas fotos desse robozinho.

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