Pesquisadores da Virginia Tech, nos Estados Unidos, trabalham no desenvolvimento de uma água-viva robótica. Ela seria utilizada no monitoramento dos oceanos e não seria identificada por humanos nem por animais.

O projeto é parte de um investimento conjunto realizado pelo Centro Naval de Guerra Submarina e pelo Escritório de Pesquisas Navais dos EUA. Ambos estão “patrocinando” diversas universidades em pesquisas do gênero, gastando cerca de 5 milhões de dólares na empreitada.

Diversas utilidades

O robô inspirado nas águas-vivas ganhou o nome de Cyro. A ideia veio da nomenclatura do animal marinho: Cyanea capillata. Ele funciona turbinado por motores elétricos que controlam oito braços mecânicos, que se mexem para cima e para baixo. Sobre o corpo metálico há uma espécie de manta feita de silicone, algo capaz de recriar o visual das águas-vivas. Tudo isso fica em uma estrutura de 1,70 metro e 78 quilos.

O líder do projeto, o professor Shashank Priya, acredita que, além dos usos militares, como guardar a segurança dos mares em torno da costa norte-americana, o robô tem um grande potencial para diversas outras tarefas, como mapear o fundo dos oceanos e ajudar no combate a vazamentos em oleodutos submarinos.

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