Até pouco tempo atrás, robôs com aparência humana só eram possíveis nos enredos de Hollywood, em filmes como O Exterminador do Futuro. No entanto, humanoides perfeitos estão cada vez mais próximos do nosso dia a dia. A novidade agora vem de pesquisas feitas por equipes da Universidade de Sussex, da Universidade de Belgrado e do Laboratório de Inteligência Artificial da Universidade de Zurique. O projeto Eccerobot resultou no primeiro robô já criado com juntas, tendões e músculos artificiais.

Embora os movimentos da máquina ainda não sejam totalmente naturais, o projeto é uma grande inovação na área e abre portas para que em poucos anos os robôs passem a ter articulações que permitem ações suaves, muito mais próximas dos movimentos humanos.

Segundo Hugo Gravato, do Laboratório de Inteligência da Universidade de Zurique, em entrevista para o Mashable, se combinado com processos avançados de inteligência artificial, o Eccerobot pode se tornar também uma máquina ainda mais completa, capaz de entender e interpretar a fala humana.

(Fonte da imagem: Divulgação/Eccerobot)

Para o pesquisador, o sistema pode ser um poderoso aliado no futuro da humanidade. A soma da inteligência artificial com precisão e velocidade proporcionados pela absorção e armazenamento de energia nos músculos pode criar super robôs, capazes de executar qualquer tarefa.

O Eccerobot ainda está em fase de testes e constitui apenas em um robô que representa a parte superior do corpo humano, com foco nos movimentos das mãos, braços e cabeça. Futuramente, a tecnologia pode auxiliar na criação de máquinas capazes de realizar tarefas complexas e delicadas. Uma das possibilidades é que a tecnologia possa eliminar a presença humana em trabalhos de alto risco.

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