De uma maneira bem superficial, podemos dizer que boa parte da tecnologia evoluiu graças às guerras e à pornografia! Nos limitando ao segundo item, há quem diga que o VHS e o DVD só prosperaram por tanto tempo porque se aliaram à distribuição de conteúdo erótico, enquanto Betamax  e outras decidiram seguir sozinhos e foram egolidos — será que a internet também segue isso?

Pois agora, também espera-se que a robótica ganhe o apoio da indústria erótica para evoluir. E quem diz isso é David Levy, em um texto publicado no Daily Mail nesta semana.

Levy é um pesquisador especializado em inteligência artificial da Universidade de Maastricht (Holanda) e ficou famoso anos atrás, quando disse que acredita que os "robôs se tornarão tão parecidos com os humanos que não demorará muito para que as pessoas comecem a se apaixonar por eles".

Robôs sexuais

Em um novo artigo, Levy fala sobre algo que vai um pouco além da paixão por robôs. No texto, ele diz que devemos ver os primeiros robôs "totalmente sexualmente ativos" em 2017 — e isso deve incluir até mesmo genitália realista em formato, textura e temperatura.

Ele diz: "Fabricantes da ásia já estão criando máquinas com aparências incríveis e precisas. Espera-se que os primeiros sexbots cheguem ao mercado no ano que vem." Ele espera também que uma das primeiras empresas a entregar isso seja a RealDolls, uma das maiores companhias do ramo na atualidade.

Mas ainda falta alguma coisa

Apesar do grande avanço que foi visto nos últimos anos, Levy acredita que há alguns recursos que ainda faltam e que são necessários para que o mercado tenha sucesso. Nas palavras dele: "O próximo garnde avanço vai nos permitir usar a tecnologia para termos encontros mais íntimos com a própria tecnologia.".

Um dos grandes destaques disso está no que a RealDolls promete entregar no ano que vem: capacidade de criar aquecimento do corpo para tornar a relação mais real; além do uso de inteligência artificial para respostas por voz às demandas dos consumidores.

Para concluir, o pesquisador diz não ter dúvidas de que muitos vão achar realmente assustador ter esse tipo de interação com robôs. Ao mesmo tempo, ele afirma que a chegada de "robôs sexualmente responsivos" vai ter uma grande demanda.

Será?

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