China, Brasil, Reino Unido, França e Estados Unidos, todos países unidos por um elemento em comum: a predominância da presença feminina nas redes sociais. Seja no Facebook, Twitter ou WeChat e Weibo, as mulheres superam em quantidade o número de homens que estão conectados a serviços cujo funcionamento depende da interação entre seus usuários.

É o que revela o estudo Social Media Impact Report, desenvolvido pela Kantar. “Fica muito claro que as mulheres gostam de conversar e compartilhar ideias, e as mídias sociais oferecem uma plataforma que propicia esse tipo de iteração”, afirma Li Yan, gerente do departamento de mídia e comportamento da CRT, marca pertencente à Kantar.

“Usar as mídias sociais para exibir anúncios pontuais pode ser uma boa ideia para marcas que tenham as mulheres como principal público alvo”, aconselha Yan. Dentre os cinco países analisadas pela pesquisa, o Brasil é um dos mais ativos na internet — os dados mostram que 58% dos usuários do país usaram as redes sociais no último mês.

O número supera a média da China (56%), mas ainda está distante do campeão Estados Unidos, local em que 62% das pessoas usaram alguma mídia social nas últimas 4 semanas. O top 5 é completado pela Franca (50%) e pelo Reino Unido (36%). O país oriental é o que apresenta maior crescimento graças a uma maior penetração da internet entre a população urbana local.

A Kantar também alerta que o uso excessivo de mídias sociais pode trazer alguns efeitos negativos, como a redução da leitura de livros impressos, a diminuição da privacidade e da qualidade do sono e da acuidade visual de seus usuários. Essas foram as principais preocupações relatadas pelos usuários chineses, embora a maioria deles (61%) acredite que serviços do tipo têm impactos positivos e ajudam a relaxar, tornar a vida mais conveniente e a expandir círculos sociais.

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