Embora o Facebook tenha adquirido os direitos sobre o Oculus Rift no começo deste ano, até o momento a administração da rede social não chegou a explorar o potencial do aparelho. Algo que não é necessariamente estranho, visto que, durante a aquisição, foi anunciado que pouco ia mudar na maneira como a Oculus VR trabalha.

Uma conferência de investidores realizada na última terça-feira (28) mostra que, se depender de Mark Zuckerberg, a compra da empresa é um projeto que só pretende coletar frutos em um futuro longínquo. “Ele precisa alcançar uma escala muito grande, como 50 a 100 milhões de unidades, antes de se tornar uma plataforma de computação realmente importante”, afirmou o executivo.

“Eu acredito que vai demorar alguns anos para chegarmos a esse ponto. Talvez, eu não sei dizer, é difícil fazer uma previsão exata, mas eu acredito que vamos chegar a 50 ou 100 milhões de unidades nos próximos anos. Vai ser necessário algus ciclos do dispositivo para chegarmos lá”, complementou Zuckerberg.

Segundo o criador do Facebook, a intenção de sua empresa sempre foi trabalhar com um plano de aproximadamente 10 anos. Ele afirma que primeiro é preciso construir o dispositivo e criar uma audiência para ele, para somente depois disso conseguir estabelecer um ecossistema capaz de sustentar um negócio.

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