(Fonte da imagem: Reprodução/Nature)

Quando um eletrônico cai no chão, especialmente se ele for de plástico, o dono já começa a pensar nos danos internos e externos que são causados ao aparelho. Se depender dos pesquisadores da Duke University, entretanto, essa situação pode mudar no futuro.

Os cientistas foram capazes de desenvolver um plástico que, ao sofrer batidas, pancadas ou outros estímulos mecânicos, fica mais resistente em vez de enfraquecer. O material "mutante" é feito, além de triângulos de átomos de carbono, por brominos.

O superplástico

O segredo é que, quando colocados sob stress, esses triângulos se quebram em cadeias que ganham mais espaços livres para receberem ligação de outros átomos – e isso ocorre sucessivamente, até que o local que sofreu algum dano esteja mais fortalecido que o resto da estrutura.

A molécula que usa essas ligações para fazer a união de átomos é chamada de carboxilato, e funciona apenas com força mecânica, em vez de luz ou calor. Em testes realizados na universidade, a dureza de um plástico “equipado” com essa substância cresceu em duzentas vezes – e isso funciona até quando o material está dissolvido em soluções líquidas.

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