Talvez nossa cultura de utilização de eletrônicos baseada nas experiências com computadores e, por isso, qualquer indício de superaquecimento já nos deixa preocupados.

Basta o smartphone esquentar um pouco para que fiquemos pensando: "Será que isso vai derreter algum componente? Será que meu aparelho vai estragar?".

Mas de acordo com representantes da Qualcomm — que é hoje uma das principais fabricantes de processadores para portáteis no mundo —, as pessoas deveriam se preocupar menos com isso.

Como assim?

Para o AndroidPit, um porta-voz da empresa foi bem enfático ao dizer que os processadores Snapdragon foram feitos para sobreviver às altas temperaturas. Exatamente: ele disse que os chips portáteis são projetados para suportar as temperaturas mais altas sem sofrer — pois passam por testes de stress pesados antes de serem colocados no mercado, para que não ofereçam risco de apresentar falhas.

Muitas funções em um único chip fazem com que o superaquecimento aconteça

Vale lembrar que os chips portáteis englobam funções de CPU, GPU, DSP, processamento de imagens de câmera, rádio, transmissor de sinal telefônico, modem de internet e outros. Tudo isso sem a presença de coolers e outros sistemas de refrigeração vistos em PCs, por exemplo. Mesmo assim, seu celular não vai ter os problemas que seu computador teria.

A Qualcomm diz também que um dos grandes desafios da empresa está em desenvolver processadores que sejam velozes e eficientes, ao mesmo tempo em que consigam sofrer menos com aquecimento. Hoje, mesmo que não haja riscos de danos, é evidente que o aquecimento pode causar redução no desempenho dos smartphones.

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Será que algum dia veremos smartphones com alta velocidade e resfriamento de alto nível?

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