A maioria dos jogos de mundo aberto e RPGs complexos, como os da Bethesda Softworks, frequentemente sofrem com bugs em seu lançamento. Isso porque é uma quantidade incontável de recursos, mecânicas, IAs e elementos de simulação funcionando ao mesmo tempo. Basta um único caractere errado para causar muito problema.

Muita gente ainda está brava com a Ubisoft Entertainment, por exemplo, pela quantidade de glitches que Assassin’s Creed Unity trouxe consigo. Mas você sabia apenas a mecânica de agachar do protagonista Arno precisou de mais de 6 milhões de linhas de código?

Já a sensação mobile de 2014, Flappy Bird, que parecia ser extremamente simples, precisou de dezenas de milhares linhas para exibir apenas um passarinho esquisito se desviando de canos. Mas será que daria para simplificar mais? Parece que sim.

Crappy Bird

Alguém resolveu recriar o jogo resumindo tudo em apenas 18 linhas de código. Bom, na verdade a última linha é uma frase homenageando o escritor Douglas Adams (“Guia dos Mochileiro das Galáxias”), então seriam apenas 17 mesmo.

A versão genérica possui um design mais tosco, mas funciona da mesma forma: um único botão para fazer o passarinho receber impulsos e desviar dos canos que vão surgindo na tela. Se você quiser ver por si mesmo como ficou o Crappy Bird, é só clicar aqui para jogar online.

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