Na era de periféricos inteligentes, que se comunicam habilmente com celulares e tablets, a nova sensação do mercado são as smartpens. Usando o Kickstarter para custear a N2, segunda geração de canetas da NeoLab, a promessa dos fundadores é criar um gadget para linkar a tecnologia com métodos tradicionais de escrita e desenho.

Nos mesmos moldes da Livescribe 3, a principal funcionalidade da N2 é transferir tudo o que você escreve no papel (de um caderno especial) para aparelhos compatíveis com iOS, Android e Windows.

A diferença entre as duas reside no ponto de vantagem prometido pela NeoLab: não tem preparações para começar a escrever com a smartpen da companhia. É só escrever no papel que tudo será transferido automaticamente.

Design robusto

A caneta não tem botão de ligar e desligar, já que o processo é automatizado — o toque no papel faz com que o gadget ative, guardando bateria nos momentos em que não está sendo utilizado. O salvamento dos dados e sincronização automática com o Evernote também entram para a lista de funções práticas da N2.

Gravar sua voz em sincronia com as anotações é uma das possibilidades fornecidas pelo gadget, permitindo replay dos sons dentro do aplicativo. Aliando-se as funções transmidiáticas, a biblioteca pode ser organizada por meio do MyScript, que reconhece a letra de mão de quem está no controle da smartpen e a transforma em texto digital.

Outro atrativo que foi foco da atenção da NeoLab é o design ergonômico mais agradável que a geração anterior: com 15,6 centímetros de altura por 1,8 de largura e com peso de 24 gramas, a estrutura da smartpen é leve e fina.

Preço atrativo

O pacote básico da N2 vem com um caderno A5 além da smartpen e é comercializado por cerca de 87 dólares, na conversão atual da moeda australiana para a norte-americana. Cada caderno é comercializado por preços que se assemelham ao valor de versões comuns: 7 dólares, na conversão.

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