A Microsoft pode ouvir parte das críticas do público e reavaliar a quantidade de funções de inteligência artificial (IA) do sistema operacional Windows 11. Segundo o site Windows Central, que diz ter fontes ligadas à empresa, a estratégia da companhia para o Copilot está em fase de revisão.
O motivo da possível mudança estaria em uma notável e crescente insatisfação dos usuários em relação a atual versão do sistema, que desde o fim do ano passado é a única com suporte da marca após o fim da linha do Windows 10.
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Críticas a respeito da instabilidade do sistema e da alta quantidade de ferramentas de IA presentes em múltiplos aplicativos estariam altas o suficiente a ponto de fazer a empresa considerar essa reavaliação. As decisões ainda não foram tomadas, mas alterações devem ser notadas em atualizações feitas nos próximos meses.
O site The Verge confirmou que a Microsoft quer "melhorar o Windows de formas que sejam significativas para o usuário", como afirmou o presidente da divisão Windows e Dispositivos da marca, Pavan Davuluri. O foco da equipe agora estará em melhorar pontos que são "consistentemente" falados pela comunidade, como performance, confiabilidade e a experiência geral do sistema.
O que pode mudar no Windows 11
- De acordo com o Windows Central, a Microsoft considera "alterações para simplificar ou até mesmo remover" certos recursos de IA “onde eles não fazem sentido”;
- Isso significa que integrações como os atalhos e menus do Copilot em recursos como o Bloco de Notas, o Paint e talvez até o Explorador de Arquivos estariam "sob revisão", com alguns deles possivelmente ganhando uma experiência unificada e sem a marca do chatbot como solução;
- O polêmico Recall, ferramenta que "enxerga" e grava quase todas as atividades do computador, é visto como algo que "falhou" pela empresa. O recurso dificilmente será descartado como um todo, mas pode ser reconfigurado e até voltar sob outro nome;
- Iniciativas de IA que são mais voltadas para pessoas desenvolvedoras, empresas e parceiras comerciais no geral devem seguir inalteradas, como Agentic Workspace, Windows ML, a Pesquisa Semântica e APIs do Windows AI;
O Windows 11 atingiu recentemente a marca de 1 bilhão de usuários e conseguiu ultrapassar esse número antes mesmo do seu antecessor. A recepção mista também estaria colocando a marca sob pressão por causa da concorrência — até mesmo uma distribuição de Linux viu uma alta nos downloads entre um público que cogitou não migrar para o Windows atual.
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