Mulher é condenada à prisão por roubar 3 mil iPods de estudantes

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Uma nota divulgada na quarta-feira (12) pela Procuradoria dos EUA em Maryland revelou um esquema criminoso: uma funcionária do Distrito Escolar Consolidado Central no Novo México usou das prerrogativas do seu cargo de supervisora para prevaricar. Ela vendia dispositivos eletrônicos, comprados com verbas federais, originalmente destinadas a estudantes nativos norte-americanos que vivem em reservas tribais.

A ré Kristy Stock, de 46 anos, foi condenada pela juíza distrital da jurisdição a cumprir 18 meses de reclusão em uma prisão federal, seguidos de mais três anos de liberdade condicional. As acusações envolvem o transporte interestadual de bens roubados e fraude fiscal, um golpe que teve início em 2013, segundo acordo de confissão. Stock teve a ajuda de dois comparsas: seu amigo pessoal James Bender e um homem do Colorado, chamado Sarabh Chawla.

A fraude funcionava da seguinte maneira: de 2013 a 2018, Stock usou o dinheiro do subsídio governamental para comprar iPods para estudantes, mas vendia os dispositivos no eBay para Chawla e outras pessoas indicadas por ele. De outubro de 2015 a 2018, essas negociações passaram a ser diretas, com os dois trocando mensagens entre si, através de e-mails, mensagens de texto e telefonemas.

Quanto a funcionária recebeu por sua participação no crime?

Fonte: succo/Pixabay/Reprodução.Fonte: succo/Pixabay/Reprodução.Fonte:  succo/Pixabay 

Kristy Stock confessou ter recebido mais de US$ 800 mil (R$ 4,4 milhões) pela venda de iPods comprados originalmente por US$ 1 milhão e desviados para o esquema. A supervisora avisava Chawla sobre as características dos itens que recebia, fornecendo detalhes como modelo, cor e número dos produtos Apple. Chawla e Stock negociavam então um preço, e a funcionária enviava os itens para um parente do cúmplice na costa leste de Maryland.

Para não levantar suspeitas, eram vendidos entre 100 e 250 unidades por pedido, por duas a três vezes por ano. Chawla fazia os pagamentos a Stock através do PayPal. Depois que o parente recebia os bens roubados, Chawla os colocava a venda online no eBay, com uma "substancial" margem de lucro.