Samsung mostra tela 'esticável' que se mexe com o conteúdo

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Imagem: Samsung/Divulgação
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Desde 2017, a Samsung trabalha em um modelo de painel OLED "esticável". Nesta semana, a primeira amostra da tecnologia da marca sul-coreana foi revelada publicamente com uma tela de 13 polegadas no Global Tech Korea 2021.

O canal coreano ITmoda publicou no YouTube um trecho da apresentação que mostra o painel em ação. Enquanto a tela exibe uma imagem de lava se movendo, um elemento do hardware atua empurrando a superfície para criar o efeito tridimensional.

Possíveis aplicações de uma tela extensível

Diferente das telas dobráveis, a tecnologia de display esticável talvez não seja aplicada em smartphones ou tablets convencionais. Vale notar que a Samsung Display desenvolve desde painéis para dispositivos móveis até grandes telas de LED.

A sul-coreana também fornece telas para redes de cinemas em diversas regiões do mundo. Segundo especialistas, é possível que exibidores e cineastas considerem o painel extensível como um novo meio de entretenimento para o público.

Enquanto a tecnologia estiver em estágios iniciais, as possibilidades de aplicação serão diversas. Entretanto, essa pode ser o próximo passo após as tradicionais telas multidobráveis e enroláveis.

Anteriormente, a Samsung usou a tela esticável em um monitor de frequência cardíacaAnteriormente, a Samsung usou a tela esticável em um monitor de frequência cardíacaFonte:  SAIT/Reprodução 

Exemplo na área da saúde

Em junho deste ano, o Samsung Advanced Institute of Technology (SAIT) apresentou uma prévia da tecnologia de painel esticável. O conceito foi aplicado em um pequeno monitor de frequência cardíaca no pulso.

Diferente do recente exemplo, a tela parecia não ser tão convencional e apenas mostrava pixels de forma rudimentar. No entanto, o sensor continuou a trabalhar de forma estável mesmo após ter sido esticado mais de mil vezes.

Dessa maneira, o paciente poderia acompanhar a frequência cardíaca em tempo real. Isso também permitiria que as pessoas medissem os dados biométricos por longos períodos sem ter que remover o dispositivo "colado" à pele.