Apple prepara iPad Pro com carregamento sem fio e novo iPad mini

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Imagem: TechBriefly/Reprodução
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A Apple está trabalhando em um modelo do iPad Pro com carregamento sem fio e em uma atualização do iPad mini. As informações foram reveladas em uma matéria publicada pela Bloomberg nesta sexta-feira (4).

O artigo destaca que a companhia busca uma renovação da categoria, que teve um aumento significativo de vendas durante a pandemia. Assim, a previsão é que a nova versão do iPad Mini saia ainda este ano e o iPad Pro em 2022.

iPad Pro teve um redesenho em 2018.iPad Pro teve um redesenho em 2018.Fonte:  Gadget Arq/Reprodução 

A principal mudança do novo iPad Pro será a troca do corpo traseiro com acabamento de alumínio por um de vidro. Isso permitirá que o dispositivo ganhe a função de carregamento sem fio — algo que ainda é uma raridade em tablets.

A Apple estaria realizando testes com um sistema baseado em ímã semelhante ao MagSafe. A companhia também estuda aplicar uma tecnologia de carregamento reverso sem fio — similar ao projeto anterior, que possibilitaria ao iPhone carregar os AirPods.

As fontes indicam que o desenvolvimento do próximo iPad Pro ainda está nos estágios iniciais. Portanto, é possível que a fabricante mude os planos ou até mesmo cancele o projeto antes do lançamento no próximo ano.

Em relação ao iPad mini, a nova versão deve trazer uma tela com bordas mais estreitas e a ausência do botão Início. Rumores também apontam para uma edição ainda menor voltada para estudantes que seria lançada em conjunto.

iPad Mini pode perder o botão Home na próxima versão.iPad Mini pode perder o botão Home na próxima versão.Fonte:  Apple Insider/Reprodução 

Aumento das vendas de iPads

Em 2020, a linha iPad se tornou um importante produto do portfólio da Apple. Os dispositivos foram bastante procurados por usuários que buscavam maneiras de trabalhar, estudar e se divertir em casa durante a pandemia.

Dessa forma, as vendas aumentaram 43% no último semestre de 2020. Os ganhos continuaram no primeiro trimestre de 2021, quando a divisão de tablets faturou US$ 7,8 bilhões — um aumento de 79% em comparação ao mesmo período do ano anterior.