Apple segue realizando a apresentação de seus novos iPhones em um dos grandes destaques é o novo processador A12 Bionic, chamado pelo vice-presidente de marketing Phill Schiller como o “mais esperto e poderoso chip em um smartphone”. Ainda que haja outros chipsets construídos na arquitetura de 7 nanômetros — como o Kirin 980 da Huawei — estejam chegando ao mercado, o A12 é o primeiro a já estar disponível em um telefone.

O A12 Bionic opera com uma CPU de seis núcleos e uma GPU de quatro núcleos, com desempenho 50% mais rápido do que o A11. O componente conta com uma versão atualizada da Neural Engine, o motor que opera as tarefas com inteligência artificial (IA). Enquanto o A11 tinha uma Neural Engine de dois núcleos, o A12 chega a incríveis oito núcleos.

A Neural Engine anterior poderia processar 600 bilhões de operações por segundo, enquanto a nova versão pode lidar com 5 trilhões de operações por segundo. Isso transforma a câmera do aparelho em uma verdadeira estação de IA, com reconhecimento facial e análise de objetos, entre outras coisas.

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Em um exemplo com um app chamado de Homecourt, o iPhone pôde, por exemplo, atuar como assistente de análise de arremessos à cesta em um treino de basquete, com número de tentativas e acertos, ângulos, entre outras coisas. Essa poder todo também influencia na captação das fotos e na bateria, assim como em maior rapidez de processador geral, incluindo do FaceID.

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