LG G7 ThinQ apareceu nesse ano reunindo as principais tendências da temporada, como traseira e frente de vidro, bordas de metal, notch e proporção 19,5:9. Ainda que não tenha assim algo que o coloque em um patamar de grande destaque, o smartphone traz mais do mesmo com um cuidado extra na finalização do produto. Seu corpo e design o tornam uma aposta segura para quem procura por um dispositivo durável e resistente. É o que comprova o teste JerryRigEverything, que aplica uma sessão de tortura no aparelho, com direito a arranhões, queimadura e dobra.

Primeiro, o autor do vídeo, Zack Nelson, usa diferentes níveis de pressão ao “rabiscar” sobre a cobertura Gorilla Glass 5 com uma ponta de metal. O painel realmente apresenta alguma “ferida” somente a partir do nível 6 (entre 9), que é, segundo o próprio examinador, bastante razoável. Em seguida, ele tenta agredir o notch, os botões, a câmera e os principais componentes que garantem seu bom funcionamento na parte externa. Em todos os aspectos, o LG G7 ThinQ vai bem.

Depois, Zack acende um isqueiro com a chama tocando a tela durante 7 segundos, o que pode ser considerado um tempo também acima da média. A deformação causada pela queimadura logo se regenera, deixando apenas uma leve marca. Finalmente, o telefone é dobrado com força o suficiente para entortar sua composição, mas ele se mantém íntegro.

Confira o vídeo:

Como dá para notar, não se trata assim de uma avaliação científica, mas a demonstração prática pode simular alguns dos acidentes que possam ocorrer no cotidiano — ainda que seja difícil alguém deixar o smartphone sobre as chamas. A conclusão aqui é que o LG G7 ThinQ é um produto interessante, entretanto, em um cenário em que vemos os usuários demorando mais tempo para trocar seus celulares — e com queda de vendas ao longo deste ano —, é preciso ser superior para seduzir os compradores, especialmente no nicho premium.