A Roam é uma startup sediada em São Francisco, nos EUA, e trouxe para o mercado o seu primeiro produto: um exoesqueleto robótico, para ser usado da cintura para baixo – ou seja, seu foco são nas pernas do usuário – para esquiadores. Ainda que esse produto não seja tão diferente da empresa Ekso Bionics, onde Tim Swift trabalhou anteriormente e hoje é CEO e fundador da Roam, o foco é totalmente diferente, já que estamos falando do mundo radical de esqui downhill.

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À primeira vista não tem muito segredo, são dois “braços” que ficam presas as coxas do usuário, que se conectam diretamente as botas do esqui em uma ponta e a uma pequena mochila na outra. O segredo está na absorção do choque ao andar na neve, além de dar suporte e deixar você com um visual bem futurista.

Esse exoesqueleto ainda conta com sensores no seu corpo e um software que ajusta o sistema de fábrica e o sistema de ar, que fica localizado na parte de trás do joelho – na dobra da perna - que auxilia ainda mais na sustentação ao quadríceps. Todo esse processo acontece de forma automática, mas pode ser modificado para manual de acordo com a preferência de quem esteja usando.

Ao que tudo indica, muitas pessoas já comentavam sobre esse produto bem antes do seu lançamento, o que significa que a lista de espera para que seja possível obter um desses exoesqueletos promete ser bem grande, mesmo que eles estejam “disponíveis” somente nos EUA. A primavera está chegando por lá.

De acordo com as informações divulgadas, os valores para que você possa comprar um vão girar em torno de US$ 2000,00 a US$ 2.500,00. De início o valor se mostra bem salgado, mas ao mesmo tempo, quem disse que ter um visual super futurista seria uma coisa barata, não é mesmo?

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Mas e você, o que achou desse adereço? Você usaria? Conta para a gente.

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