O National Institutes for Quantum and Radiological Science and Technology (QST) inicia uma nova fase em suas pesquisas e escalou o supercomputador Cray XC50 como base para o desenvolvimento avançado fusão nuclear. Ele não é o mais poderoso funcionando por aí, aliás está bem longe disso, porém, será o mais possante a atuar nesse setor.

O sistema ainda não tem nome mas deve entregar uma performance de mais de quatro petaflops, mais que o dobro do atual Helios, que em 2012 já foi considerado o “15º maior supercomputador do mundo” em 2012 e é capaz de rodar 1,5 petaflop. O complexo será turbinado por CPUs Skylake Xeon, da Intel, com opção de suporte para GPUs Tesla, da NVidia. Vale ressaltar que a mais potente supermáquina XC50 em atividade chega a 25 petaflops, muitos dos quais vêm dos processadores gráficos Tesla P100.

Quando for instalado no Rokkasho Fusion Institute, sua principal tarefa será a execução dos códigos de física de plasma. Também será usado para apoiar o projeto International Thermonuclear Experimental Reactor (ITER), esforço multinacional composto por mais de 1 mil pesquisadores japoneses e europeus, e tem como objetivo criar um reator de plasma capaz de fornecer energia para a humanidade nos próximos 1 mil anos e reduzir drasticamente o impacto ambiental causado pela exploração dos combustíveis fósseis e dos elementos radioativos.

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