Hillary Clinton está na corrida para assumir a presidência dos Estados Unidos da América em 2016. Por isso, a antiga Secretária de Estado, está revelando alguns planos sobre o que pretende fazer com o país. Agora, ela comentou no próprio site sobre uma meta para ser cumprida em cinco anos e que vai custar US$ 275 bilhões (R$ 1,05 trilhão): expandir as conexões de banda larga para todo o território norte-americano.

O plano de infraestrutura serve para deixar os EUA com uma tecnologia comparável com outros países, como a China: "isso significa dar acesso a redes de banda larga a todas as casas norte-americanas e criar cidades inteligentes, tudo com uma infraestrutura que é parte da futura Internet das Coisas", disse Clinton.

A ideia é que, até 2020, o país ofereça conexões mais baratas e com velocidades "suficientes". Agências, como a FCC, já estão alterando os padrões para redes de banda larga. Agora, a velocidade mínima oferecida deve variar entre 4 Mbps até 25 Mbps, com velocidade de upload entre 1 Mbps e 3 Mbps. O plano ainda comenta que, hoje, 20% das conexões nos EUA não atendem este padrão.

"O acesso para internet de alta velocidade não é um luxo, é uma necessidade para oportunidades iguais e mobilidade social dentro de uma economia do século 21", comentou Clinton.

Quem? Quando? Onde? Como? Por quê?

Com a maioria das perguntas respondidas, falta responder outra pergunta que dificilmente é colocada em questões políticas: a quem interessa? Ao analisar o momento atual da política norte-americana, o plano de Hillary Clinton pode ser uma provável tentativa de sufocar Bernie Sanders, político também dos Democratas que está ameaçando a candidatura da ex-Secretária de Estado.

Sanders é visto como uma nova visão para a política norte-americana e vem conquistando cada vez mais espaço no âmbito que o plano de R$ 1 trilhão pretende cuidar: a internet.

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