(Fonte da imagem: Reprodução/UOL)

A Microsoft divulgou ontem (6) um estudo encomendado para a IDC intitulado "O Mundo perigoso do software falsificado e pirateado". Essa ação faz parte de uma iniciativa global chamada "Play it Safe", que tem o objetivo de alertar sobre questões relacionadas à utilização de software não original por consumidores e empresas.

Segundo o estudo, embora alguns usuários procurem ativamente softwares piratas com a intenção de reduzir custos, as chances de infecção por malwares inesperados atingem um a cada três consumidores e três a cada 10 empresas. Como resultado destas contaminações, a pesquisa mostra que os consumidores vão gastar 1,5 bilhão de horas e US$ 22 bilhões para identificar, reparar e recuperar seus equipamentos do impacto dos códigos maliciosos.

O estudo global analisou 270 sites e redes peer-to-peer (P2P), 108 downloads de software, 155 CDs ou DVDs e entrevistou 2.077 consumidores e 258 gerentes de TI ou CIOs no Brasil, China, Alemanha, Índia, México, Polônia, Rússia, Tailândia, Reino Unido e Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que se o software falsificado não vem com o computador; em 45% das vezes ele vem da internet. 

Alguns destaques da pesquisa:

  • 60% dos entrevistados sabiam que estavam utilizando software falsificado e tiveram problemas com segurança.
  • Em 45% do tempo, o software falsificado havia diminuído a velocidade de seus PCs e o software teve que ser desinstalado.
  • 48% dos entrevistados disseram que sua maior preocupação com o uso de software não licenciado era a perda de dados.
  • 29% eram mais preocupados com roubo de identidade.

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