(Fonte da imagem: RapidShare / Reprodução)

Órfãos do Megaupload desde a última quinta feira (19), quando o serviço foi fechado pelo FBI, os adeptos dos sites de compartilhamento de arquivos já procuram novas alternativas e uma das primeiras opções é o RapidShare. O site é considerado o segundo maior do gênero no mundo.

Em entrevista ao site Ars Technica, o porta-voz da companhia, David Raimer, afirma que a empresa não está preocupada com os desdobramentos do caso Megaupload e afirma que este é um incidente isolado. Além disso, Raimer ressaltou que o RapidShare está preparado para suprir um possível aumento de demanda.

Em um comunicado oficial, a CEO da empresa, Alexandra Zwingli, enumerou diversas razões que tornam o serviço diferenciado do Megaupload. “O RapidShare AG foi fundado na Suíça, sempre foi localizado no endereço fornecido e sempre executou os seus trabalhos sob nomes reais, diferente do que acontecia com o Megaupload, que tinha intermediários e empresas anônimas”, explica.

A CEO ressaltou ainda que o serviço é tão legítimo quanto o YouTube, com serviços comparáveis ao Dropbox, e não oferece um sistema de recompensas para uploaders como o seu concorrente fazia. O porta-voz da companhia acrescenta que o ataque ao Megaupload não foi motivado pelo compartilhamento de arquivos ilegais, mas sim por ações criminosas de funcionários da empresa.

“Até onde sabemos, as alegações para o fechamento do Megaupload são baseadas no fato de eles terem feito vistas grossas para a pirataria e, em alguns momentos, terem dado suporte financeiro e técnico para que ela ocorra”, comenta. “Se esse foi o caso, então a lei deve ser aplicada de maneira rígida”, finaliza Raimer.

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